Você já ouviu mil vezes que ‘as pessoas são ambientes’.
Que precisamos ser seletivos com quem senta à nossa mesa. Que devemos nos afastar de quem drena nossa energia, de quem só reclama, de quem aponta o dedo e critica.
E isso é uma verdade inquestionável.
Mas hoje eu quero propor uma reflexão mais profunda. Existe um ambiente com o qual convivemos 24 horas por dia, 7 dias por semana. Um ambiente do qual não podemos, fisicamente, nos afastar ou bloquear no WhatsApp.
Esse ambiente é você.
A pergunta que quase ninguém tem a coragem de fazer é: Qual tipo de ambiente você tem sido para você mesma?
Pense nisso com CLAREZA. Como é a experiência de “morar” aí dentro?
É um ambiente que te acolhe ou que te julga? É um lugar de paz ou um estado de alerta constante? É um lar ou é um campo de batalha?
Passamos tanto tempo podando as relações “tóxicas” lá fora, que não percebemos que a voz mais cruel de todas, a nossa “Megera” interna, é a administradora-chefe do nosso ambiente principal.
E não se engane: você pode estar no paraíso, com um sol incrível e o mar à sua frente, mas se a sua mente for um caos, você viverá em guerra. Você pode estar cercada de pessoas que te amam, mas se a sua própria companhia for crítica e severa, você viverá em profunda solidão.
Eu sei disso porque eu vivi isso na pele.
Por anos, o meu ambiente interno foi o lugar mais inseguro para se estar. Ele era governado por uma autocrítica severa, uma sensação constante de inadequação e uma pressão para corresponder a padrões.
Esse ambiente interno, e não apenas o excesso de trabalho, foi o que me levou ao fundo do poço. A um esgotamento físico e mental tão completo que hoje eu chamo pelo nome certo: burnout.
Foi ali, no silêncio forçado desse colapso, que eu tive a CLAREZA: o meu esgotamento não foi causado apenas pelo que estava fora; ele foi a consequência de um ambiente interno que me dizia que eu sempre estava em dívida.
O verdadeiro “quebrar de ciclos”, portanto, não é apenas sobre quem você deixa entrar na sua vida. É, fundamentalmente, sobre como você se trata quando está sozinha.
É sobre usar a “elegância de saber escolher”… e escolher a si mesma. Escolher ser um “porto seguro”. Escolher ser sua principal aliada, e não sua pior inimiga.
A verdadeira transformação para uma vida mais leve, segura e clara começa quando você decide fazer uma “faxina interna”. Quando você decide, intencionalmente, construir um lar aí dentro.
Então, eu te pergunto de novo: se você fosse um lugar, seria um lugar onde você gostaria de morar?
Se você está pronta para fazer essa “faxina interna” e finalmente encontrar o tesouro que você é, soterrado sob o entulho da autocrítica, vá até a seção ‘Terapia individual’ do meu site e clique no vídeo para conhecer mais sobre o meu trabalho. Vamos juntas.